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12 coisas para se fazer com a Coca - Cola
1)  Limpa uma panela queimada, somente derramando coca-cola nela fervendo. Simplesmente removeu tudo.
2) Você pode facilmente conseguir um efeito envelhecido em fotografias, produzindo um tom sépia nas mesmas, borrifando de leve um pouco de Coca sobre a fotografia. Só deixar secar e cuidado para não exagerar na quantidade para não estragar. Fotografias preto e branco, ganham um efeito mais antigo ainda.
3)  Se você tingir o cabelo e a cor ficou muito exagerada, a Coca-cola irá suavizar a cor.
4) Moedas velhas e objetos de decoração recuperam o brilho deixando-os um pouco de molho na Coca-cola.
5) Derramar Coca-cola dentro de chaleiras escurecidas por constantes fervuras e deixar por um dia inteiro resolve o problema.
6) A mesma coisa acontece com as manchas do vaso sanitário.
7) Você consegue obter um excelente molho para churrasco misturando Coca e Catchup. Revestindo a galinha, carne etc. com a mistura antes de cozinhar.
8) A Coca-cola pode ser um ótimo condicionador para os cabelos. Derrame sobre seu cabelo, enxague e seque.
9) O Coca-cola colocada em pratos grandes no jardim ajudará livrar suas plantas das lesmas. São atraídos pelo cheiro doce e uma vez que caem dentro, não conseguem sair.
10) Os parafusos enferrujados podem ser afrouxados em contato com um pano molhado com coca-cola, e envolvendo-o em torno do parafuso. Deixe por algumas horas e será mais fácil de mover.
11) É usado também na limpeza de jóias e bijuterias. (Não recomendado para jóias de valor, com brilhantes…)
12) Excelente para melhorar a indisposição estomacal. Faz a vez de um antiácido. Mas lembre-se: precisa ser coca na temperatura normal e não gelada, pois esta pode piorar ainda mais a situação.

Rocket segunda-feira, 27 de maio de 2013

Encontrada mulher que vê 99 milhões de cores a mais do que nós. Faça o teste e descubra se também é um tetracromatra

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Um ser humano normal, sem nada que o distingua, pode perceber um milhão de cores diferentes. Conseguimos perceber tantas cores devido à nossa retina possuir células chamadas cones, de três tipos, cada uma excitada por um comprimento de onda diferente. Quando abrimos os olhos, os sinais luminosos atingem estes cones, que os transformam em sinais eletroquímicos, que por sua vez são enviados ao cérebro. O cérebro combina estes sinais para produzir a sensação que chamamos de cor.
A visão pode ser um processo complexo, mas o cálculo das cores é simples: cada cone confere a capacidade de perceber cerca de uma centena de tons, então o número total de combinações é de pelo menos 100³, ou um milhão. Se eliminarmos um tipo de cone, ou seja, passar de tricromata para dicromata, o número de combinações cai por um fator de 100, para meros 10.000. Quase todos os mamíferos, incluindo os cães e macacos do Novo Mundo, são dicromatas. A riqueza de cores que vemos é rivalizada apenas pelos pássaros e alguns insetos, capazes de perceber parte da região ultravioleta do espectro.
A partir do momento que o mecanismo da percepção das cores foi desvendado, os pesquisadores passaram a suspeitar que entre nós haviam pessoas com quatro tipos de cones diferentes, capazes de ver uma gama de cores invisível para nós. Teoricamente, um tetracromata poderia ver cem milhões de cores. E como a percepção das cores é uma experiência pessoal, eles não teriam forma de ver além do que consideramos os limites da visão.

Caçando tetracromatas

Ao longo de duas décadas, a neurocientista da Universidade de Newcastle, Gabriele Jordan, e colegas de pesquisa têm procurado pessoas que tem esta capacidade de super-visão. Dois anos atrás, Jordan finalmente encontrou uma – uma médica vivendo no norte da Inglaterra, conhecida somente como “cDa29″ na literatura científica, é a primeira tetracromata conhecida da ciência. E certamente não será a última.
A primeira pista para a existência de tetracromatas surgiu em um trabalho sobre alguns homens daltônicos, feito pelo cientista holandês H. L. de Vries, em 1948. De Vries resolveu testar também as filhas de um dos daltônicos e descobriu que elas podiam detectar uma gama maior de tons de vermelho que a média das pessoas. Isto levou à descoberta de que, quando daltônicos tinham dois cones normais e um cone mutante, a mãe e as filhas tinham um cone mutante e três cones normais, ou seja, quatro cones.
O gene associado ao desenvolvimento dos cones está no cromossomo X, por isto um homem com esta alteração é dicromata – ele só tem um cromossomo X, e vai manifestar qualquer mutação nos genes passados pela sua mãe -, enquanto a mulher pode ser afetada (podendo ou não apresentar o tetracromatismo) ou apenas ser portadora do gene.
A Dra. Jordan se interessou sobre tetracromatismo e concluiu que, tanto quanto o daltonismo é comum, o tetracromatismo também deve ser, com cerca de 12% das mulheres sendo tetracromatas. A primeira tentativa para encontrar estas mulheres foi selecionar mães de daltônicos que têm um cone mutante e testá-las, mas nenhuma demonstrou perceber mais tons de vermelho que a média das pessoas, o que os levou a concluir que o cone mutante estava inativo nestas mulheres.
Em 2007, a Dra. Jordan desenvolveu métodos mais poderosos para identificar mulheres com visão tetracromática, testando 25 mulheres, todas com um quarto cone. Uma delas, identificada como “cDa29″, respondeu corretamente as perguntas que visavam identificar o fênomeno – depois de 20 anos de pesquisas, um tetracromata verdadeiro foi encontrado.

Potencial perdido

A estimativa da Dra. Jordan leva a um mistério: se tetracromatas são tão comuns quanto daltônicos, por que conhecemos daltônicos, mas não conhecemos tetracromatas? O pesquisador de visão Jay Neitz, da Universidade de Washington (EUA), acredita que todas as mulheres com quatro cones têm potencial para visão tetracromática, mas precisam desenvolver ou despertar esta capacidade. “A maior parte das coisas que vemos coloridas são feitas por pessoas que estão tentando criar cores que funcionam para tricromatas. Talvez nosso mundo inteiro esteja sintonizado com o mundo dos tricromatas”, opina.
Talvez nosso mundo não tenha tons de cores suficientes para o tetracromatismo ser de algum proveito. Neste caso, os tetracromatas poderiam desenvolver a capacidade se visitassem um laboratório periodicamente, para fazer testes e treinar a percepção.
E como um tetracromata vê o mundo? A mulher “cDa29″ não conseguiu comunicar sua experiência para os pesquisadores, da mesma forma que é impossível descrever a experiência do vermelho para uma pessoa dicromata.
E você, está curioso para saber se é tetracromata? Veja a figura abaixo. Se você conseguir ver letras no centro de algum destes círculos, provavelmente você é um tetracromata
Fontes: [Digital Journal, Discover Magazine, Ojo Cientifico, Colour Lovers]
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Rocket sexta-feira, 24 de maio de 2013
Sirius: o acelerador de partículas brasileiro

O Brasil está prestes a iniciar as obras do que vem sendo considerado por muitos como o maior projeto científico do país.

Ainda neste ano, um grande terreno em Campinas, São Paulo, começa a ser desocupado para dar início às obras de um dos maiores projetos científicos do Brasil: a construção do novo acelerador de partículas do Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS), batizado de Sirius. Sim, é isso mesmo que você leu: não apenas já existe um acelerador de partículas em solo nacional como também um novo, mais poderoso e preciso, deve substituí-lo dentro de alguns anos.O projeto, liderado pelo físico Antonio José Roque da Silva, tem custo estimado de R$ 650 milhões e será patrocinado pelo Governo Federal, com apoio de empresas privadas que também desejem fazer uso das futuras instalações do Sirius. Com anel central de 500 metros de circunferência, o acelerador ocupará um prédio de 250 metros de diâmetro e atrairá pesquisadores do mundo todo, visto que será a única instalação desse tipo na América Latina e a segunda do hemisfério Sul a trabalhar com a luz síncroton.Mas, afinal, para que serve esse tipo de luz?Luz síncroton e a compreensão do mundo microscópicoA luz síncroton é uma radiação eletromagnética que abrange uma intervalo muito grande de espectros, indo do infravermelho ao raio X. Com ela, cientistas podem enxergar as estruturas atômicas e moleculares de diversos materiais, desde rochas e fósseis de dinossauros até células e compostos químicos.Essa luz é gerada pela aceleração de elétrons dentro de um anel com mais de 500 metros de comprimento e a uma velocidade muito próxima da velocidade da luz (300 mil km/s). A princípio, serão 13 pontos de luz presentes no acelerador Sirius, o que permitirá que diversos profissionais façam uso simultâneo da máquina.Em entrevista para o Estadão, Roque da Silva explicou que o acelerador síncroton é o equipamento ideal para entender materiais, tanto do ponto de vista estrutural quanto funcional. Com a luz emitida pelo Sirius, será possível descobrir quais átomos compõem determinada matéria, qual é a distância entre eles, como eles se interagem, quais são suas propriedades etc.

Fonte: Tecmundo

#BC — em Campinas, S
P


Rocket domingo, 19 de maio de 2013
BEBER REFRIGERANTE É TÃO PERIGOSO QUANTO FUMAR, AFIRMA ESTUDO
O refrigerante é um dos produtos alimentícios mais consumidos em todo o mundo. Apesar de sua popularidade, recentes estudos tem mostrado que a bebida pode ser mais prejudicial à saúde do que a maioria das pessoas imagina. Uma pesquisa europeia revelou que ingerir refrigerante constantemente pode causar diabetes do tipo 2. O problema é que a bebida parece aumentar a resistência da insulina no organismo. Por mais que a substância esteja presente no corpo, os níveis de açúcar no sangue continuam altos, o que caracteriza a doença. Outro levantamento também alerta à população para os riscos do consumo excessivo da bebida. Realizado na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, o estudo desenvolvido pelos pesquisadores Barry Popkin e Nick Wareham, apontou que ingerir o produto pode ser tão perigoso quanto fumar.
refrigerante

Em entrevista ao jornal “Sunday Times”, os cientistas norte-americanos comentaram o resultado das investigações. “Se existe algum item da nossa dieta que age como o tabaco, este item é o refrigerante”, disse Barry . Já Nick alertou aos consumidores sobre a necessidade de se regular a quantidade de refrigerante ingerido. “Os rótulos dessas bebidas deveriam explicitar a quantidade de açúcar e alertar que o consumo tem de ser limitado”, comentou.
Os pesquisadores propõe que as pessoas busquem alternativas ao consumo desregrado de refrigerante. Bebidas com menores quantidades de açúcar são as mais recomendadas, entre elas sucos naturais e até águas aromatizadas com diferentes tipos de ervas e frutas.

Fonte: Confira Noticias

Rocket quarta-feira, 15 de maio de 2013
Saiba quais são 7 das pessoas mais inteligentes do planeta nos dias de hoje
Se você se acha inteligente, é melhor refletir um pouco depois de ler esta lista. A inteligência é algo que pode ser aprimorado no decorrer da vida de qualquer um, já que podemos deixá-la mais aguçada com diferentes tipos de estudos e muitas horas de dedicação.
Entretanto, para alguns afortunados, ela simplesmente está na genética. Alguns têm maior facilidade para aprender do que outros, ao passo que terceiros possuem uma aptidão excepcional para assimilar qualquer tipo de conteúdo. O site Top Ten Famous elaborou uma lista com algumas dessas raras pessoas (não estão necessariamente na ordem dos mais inteligentes). Confira:

7 – Fabiano Luigi Caruana


Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Fabiano é um italiano que mora nos Estados Unidos há anos, desde que ficou famoso por obter o título de Grandmaster, um dos nomes mais cobiçados e disputados entre os jogadores de xadrez. Na época, Fabiano só tinha 15 anos.

6 – Judit Polgar

Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Judit é de origem húngara, outra que também conquistou o título de Grandmaster(também só com 15 anos de idade!). Ela foi a primeira mulher a obter tal reconhecimento nos campeonatos mundiais de xadrez, além de ser considerada uma das pessoas mais inteligentes da Hungria.

5 – Michael Kevin Kearney

Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Esse americano é conhecido por ser um dos professores mais jovens do mundo. Com somente seis anos ele concluiu o ensino médio e, pasmem, se graduou no Tennessee com meros dez anos. Michael participou de inúmeros concursos de Lógica (e ganhou boa parte deles), e hoje é um excêntrico milionário.

4 – Moosa Firoz

Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Moosa Firoz é um paquistanês conhecido como “Embaixador da Matemática”. Com somente 13 anos, ele ganhou uma competição internacional de Matemática que possuía mais de 1,5 milhão de inscritos.

3 – Arfa Abdul Karim Randhawa

Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Essa garota paquistanesa se tornou funcionária da Microsoft aos nove anos de idade, considerada uma das maiores prodígios da computação. Bill Gates se encontrou pessoalmente com ela; infelizmente, ela faleceu em 2012.

2 – Stephen Hawking

Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Stephen Hawking é um dos físicos mais conhecidos e importantes do mundo. Ele é famoso pelas suas significativas contribuições nas categorias da Física Teórica. Seus estudos definiram grande parte dos conceitos da Física Moderna, rendendo-lhe inúmeros prêmios e medalhas.  Ele é portador de esclerose lateral amiotrófica (uma doença rara de paralisia muscular), porém esse fato não o impediu de produzir e estudar cada vez mais.

1 – Kim Ung Yong

Fonte da imagem: Reprodução/Top Ten Famous
Kim Ung Yong é considerado uma das pessoas mais inteligentes da atualidade. Ele foi admitido na faculdade com somente quatro anos (!) e obteve o doutorado com impressionantes 15 anos. É o homem com o maior QI da história do mundo moderno, com 210 pontos (o QI de alguém normal gira em torno dos 100 pontos.
Fonte: Noticiario Diario

Rocket
Tartaruga Albina

Uma tartaruga albina, encontrada em um projeto de conservação das tartarugas (TCP), no Sri Lanka. O albinismo é uma condição genética hereditária, onde o indivíduo é desprovido completa (amelanose) ou parcialmente (hipomelanismo) de melanina, pigmento responsável pela coloração do corpo. Animais albinos têm maior dificuldade de viver na natureza, pois devido sua cor diferente se destacam muito facilmente e se tornam presas fáceis.

Fonte: Biologia-Vida

Rocket sábado, 11 de maio de 2013
Avestruzes não enterram a cabeça na areia

O velho ditado de que alguém “enterra a cabeça na areia como um avestruz” para fugir de seus problemas pode até ser espirituoso e adequado de vez em quando – porém, não procede. Ao contrário do que possa parecer, os avestruzes não fazem isso quando estão assustados. O comportamento estranho do animal é, na verdade, um mito – nem mesmo os avestruzes pensam que para se esconder basta por a cabeça num buraco.
A maior ave existente não pode voar, mas compensa a deficiência no solo mesmo: é capaz de correr a cerca de 40 quilômetros por hora. Dotada de tal velocidade, faz muito mais sentido correr para fugir do perigo do que para enfiar a cabeça no chão. Na verdade, eles sequer se dão ao trabalho de cavar um buraco para começar.
A crença comum deve vir do fato que os avestruzes abaixam a cabeça até perto do chão quando é incapaz de fugir de um predador ou de outro tipo de ameaça. Porém, sem nenhum buraco por perto.
Ao tentar se esconder num terreno plano, a ave fica o mais perto possível do solo a fim de se tornar menos perceptível. Enquanto agachado, o avestruz posiciona sua cabeça e seu pescoço comprido quase encostado no chão, à frente de seu corpo. Permanece perfeitamente nessa posição até sentir que o perigo passou.
A cabeça e o pescoço de um avestruz são de uma cor bege claro – o que faz com que ele se misture com a poeira ou areia ao redor. A ave tem esse comportamento com o objetivo de que, a uma certa distância, o predador confunda o corpo imóvel e agachado do avestruz com uma pedra grande ou um arbusto. Para os seres humanos, no entanto, pode parecer que o avestruz esteja com a cabeça enterrada na areia – e este é provavelmente a forma como o mito se originou.
Fonte: Life’s Little Mysteries

Rocket
Por que a Lua está ficando mais distante da Terra?

No filme Todo Poderoso, o personagem interpretado por Jim Carrey é capaz de laçar a Lua, trazendo-a mais perto da Terra. Cientistas afirmam, no entanto, que na vida real o maior satélite natural do Sistema Solar está fazendo o oposto, afastando-se do nosso planeta a um ritmo de 3,8 centímetros por ano.
Acredita-se que a Lua foi formada há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás, quando um protoplaneta do tamanho de Marte colidiu com a Terra. Os detritos resultantes do impacto se fundiram e formaram a Lua – ao menos, é o que apontam as simulações do impacto, com resultados bastante consistentes com o sistema que vemos no século 21.
As simulações também mostram que, no momento da colisão, a Lua estava muito mais próxima da Terra, a uma distância de pouco mais de 22 mil quilômetros. Atualmente, essa distância é calculada em 400 mil quilômetros e, a cada ano, aumenta cerca de 3,8 centímetros.
De acordo com cientistas, essa migração se dá devido à ação das marés. A atuação da força gravitacional da Lua causa alterações no nível da água do mar em nosso planeta, e faz com que as marés se “alinhem” ao satélite durante o movimento de rotação da Terra. No entanto, uma faixa das águas está sempre um pouco à frente da Lua.
O resultado desse fenômeno é que parte da energia da Terra é transferida para a saliência das marés, através da resistência apresentada pelas duas superfícies em contato, movimentando-se uma em relação à outra. Essa grande massa de água, em seguida, exerce a sua própria atração gravitacional sobre a Lua, fazendo com que ela se acelere.
Aumentando sua velocidade, o satélite se afasta. A comparação utilizada pelos pesquisadores é a de crianças brincando em um gira-gira: quanto mais veloz, mais forte a sensação de se estar sendo jogado para fora.
Porém, o efeito oposto acontece com a Terra: nossa velocidade está diminuindo. Quando a Lua estava recém-formada, por exemplo, os dias em nosso planeta duravam cerca de cinco horas, mas durante 4,5 bilhões de anos nós freamos o suficiente para deixar o dia com as 24 horas com que estamos familiarizados.
A principal preocupação, contudo, não é com a duração dos dias em si. Mas assim como um prato girando em uma vara, velocidade é a chave para manter o equilíbrio do objeto. De maneira semelhante, o nosso planeta pode começar a oscilar lentamente, o que terá um efeito devastador em nossas estações, com variações de temperaturas muito maiores do que estamos acostumados.
Como seres adaptáveis, teríamos a capacidade de sobreviver, transformando o ambiente de acordo com nossas necessidades: muito ar-condicionado no verão e aquecedores no inverno. Mas o que aconteceria com os animais? Infelizmente, estes não são tão adaptáveis às mudanças climáticas, e muitos não seriam capazes de evoluir com rapidez suficiente ou migrar para lugares mais seguros.
Segundo os cientistas, no entanto, ainda temos pouco a temer. Mudanças como essa podem levar bilhões de anos, e até lá é possível que o homem tenha desenvolvido tecnologia suficiente para reverter o problema. 

Fonte: BBC

Rocket
Quer atrair as mulheres? Segure um violão


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Dois estudos recentes mostraram uma peculiaridade: as mulheres se sentem mais atraídas por homens que tocam violão. Os pesquisadores não apontam um motivo exato para isso, mas umas das teorias dita que as mulheres veem nesses homens mais habilidades intelectuais e/ou físicas. Será que é verdade?
Pesquisadores da Universidade de Bretagne-Sud, na França, utilizaram o seguinte método para a pesquisa: pediram que um jovem de “boa aparência” convidasse mulheres aleatórias para um encontro. Ele se aproximava, puxava conversa, elogiava-a e pedia seu telefone. Fez isto com 300 mulheres, sendo que em 100 destes casos, ele carregava um violão, em outros 100 uma bolsa de academia, e, no restante, estava de mãos vazias.
O resultado foi surpreendente: quando estava com o violão, 31% das mulheres abordadas lhe deu seu telefone, enquanto que, quando estava sem nada nas mãos, o número caiu para 14%. Com a bolsa de academia a rejeição foi ainda maior: apenas 9% das mulheres passou o número do telefone.
O outro estudo, realizado por pesquisadores do Centro Acadêmico Ruppin, de Israel, utilizou o Facebook para mensurar o quanto o violão auxilia na atratividade. Eles selecionaram um jovem, também de boa aparência, e criaram duas contas diferentes na rede social: em uma, o rapaz aparecia segurando um violão na sua foto do perfil, e na outra, não. Enviaram então pedidos de amizade a 100 garotas que, de acordo com o status de relacionamento, estavam solteiras – 50 com a foto do violão e 50 com a outra. Na hora da tabulação, descobriram que, na versão com violão, 14 meninas aceitaram a solicitação. No outro perfil, o resultado foi de apenas 5 pedidos aceitos.
Os pesquisadores repetiram esta pesquisa, mas trocando o personagem masculino por uma mulher, seguindo o mesmo esquema. Curiosamente, não houve uma diferença significativa entre as aceitações de solicitações, indiferente da foto com violão. A conclusão é que, ao que parece, apenas as mulheres se sentem atraídas ao verem pessoas do sexo oposto com violão.

Fonte: MedicalXpress

Rocket sexta-feira, 10 de maio de 2013
O continente perdido de Atlântida estaria no Brasil?

Todo mundo já deve ter ouvido falar em algum momento sobre o misterioso continente de Atlântida, um lugar altamente avançado, que teve um fim trágico. Durante séculos a humanidade procurou por ele e agora o continente perdido por ter sido encontrado… Aqui, no Brasil.

A lenda

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Tudo começou quando o famoso filósofo Platão citou uma civilização bem desenvolvida, que existia em um continente no meio do Oceano Atlântico. Depois desse relato as pessoas ficaram doidas tentando achar tal lugar, porém ele jamais foi encontrado.
O tempo foi passando e a lenda da cidade/continente/ilha só ganhou fama (mesmo não ganhando evidências), rendendo livros, filmes e todo tipo de especulação. Contudo as pessoas mais céticas já tinham abandonado tal ideia, acreditando que tudo era apenas uma história inventada, porém agora tudo pode mudar.

O achado

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Como todo mundo sabe, nosso planeta possui placas tectônicas que se movem, assim é possível que continentes que um dia estiveram juntos acabem se afastando, gerando novos continentes. Um bom exemplo para isso é a África e a América, que um dia estiveram juntas, mas hoje estão bem distantes.
E as teorias sobre Atlântida sempre falavam sobre isso, dizendo que o suposto continente teria sido afundado por algum desastres natural, mas nunca houve evidência de tal acontecimento.
Mas o Serviço de Geologia do Brasil acabou descobrindo algumas pedras interessantes, que podem confirmar a real existência de um continente perdido no meio do Oceano Atlântico.

É do Brasil!!!

Atlântida
A uma distância de poucos mais de 1500 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, existe um crista montanhosa embaixo da água. Esse lugar estava sendo estudado pelo Serviço de Geologia Brasileiro e muito material do local estava sendo pego e estudado.
E essas amostras revelaram que as pedras lá encontradas poderiam ter sido partes de um continente que foi destruído pelo Oceano.
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Os pesquisadores brasileiros, chefiados por Roberto Ventura Santos, afirmaram que tem quase certeza de que realmente existiu um continente entre o Brasil e a África há milhões de anos. E que o resultado das análises dessa pedras em breve provarão que Atlântida é brasileira. Claro que esse lugar pode não ser a famosa Atlântida da lenda, mas depois do resultado a discussão vai ser longa.

Assim uma das mais antigas lendas da humanidade pode se confirmar e o mais interessante que ela está em nosso quintal.

Fonte: minilua.com

Rocket