Results for "Vasco"
VUVER SEM VOCÊ

Como viver sem você?

Como superar uma perda?

Como se adaptar a uma mudança brusca?

Como recuperar a motivação em outra cidade?

Como trocar a praia pelo interior?

Como?

Como?

O Vasco da Gama dá uma lição de vida a todos nós. E não é vida esportiva. É muito maior do que isso.

Não se trata apenas da fantástica superação após o trauma com Ricardo Gomes.

O assunto é Eurico Miranda.

Durante anos, muitos anos, Eurico foi o dirigente-mor do Vasco. Muitos amavam, muitos odiavam. Não é disso que vamos tratar. Eurico tinha um jeito de governar. Às vezes dava certo, às vezes não. O problema foi viciar o Vasco e os vascaínos, que simplesmente não imaginavam uma vida sem Eurico. Como se a centenária caravela estivesse condenada a navegar pelos próximos 100 anos em mares sempre navegados.

Eleito e reeleito várias vezes, Eurico mais parecia um patrimônio do Vasco. E vice-versa.

E o problema não era Eurico.

É muito maior.

Quantas vezes não nos pegamos morrendo de medo de mudar?

De mudar de pasta de dente.

De mudar de trabalho.

De mudar de amor.

De mudar de cidade.

De mudar de time…

Opa! Poesia tem limite. De time a gente não muda.

O Vasco provou que nada é imutável. Que muitas vezes não nos mexemos por puro medo do desconhecido. Pavor de tropeçar nos primeiros passos e não ter a força suficiente para caminhar os próximos metros.

O Vasco sem Eurico ficou sem dinheiro, ficou sem títulos, ficou escanteado, silencioso, vendo outros clubes enormes do Rio e do Brasil ocuparem os grandes espaços da mídia.

O novo presidente Carlos Roberto de Oliveira, mais de 1000 jogos atuando pelo time, derrapou, deslizou e foi parar na Segunda Divisão.

E quantas vezes não caímos para a Segunda Divisão depois de uma desilusão?

Levante o dedo aí o apaixonado ou apaixonada que, ao ser defenestrado pela paixão, não olhou a noite com a certeza absoluta que não haveria dia seguinte?

Três anos depois, o Vasco voltou a ser campeão e ainda pode ser mais duas vezes no mesmo ano. Se for ou não for é o de menos.

O gigantesco e popular Club de Regatas Vasco da Gama. Que tanto nos ensina através da sua história contra a intolerância e o racismo. Quer lição maior do que ser um dos times mais populares do país mesmo tendo o DNA do colonizador?

E o Vasco, vô?

O Vasco mostrou que o medo de mudar não pode existir. Podemos até mudar para pior. Mas pelo menos mudamos.

Como ensinou o saudoso músico pernambucano Chico Science:

“Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar”.

Anônimo quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A Mulambada ta com medo?

Hoje pela manhã, vi uma reportagem no Sportv com a presidente do Flamengo(time do goleiro Bruno e da Eliza Samúdio) não querendo jogar a última rodada em São Janúario, alegando falta de segurança. É sério isso mesmo?

Além desse time que me recuso a citar o nome nao ter estádio para jogar, ainda querem mandar no mando de campo do Vasco? Só pode ser brincadeira neh!

Depois de ter elegado isso, ela disse que pode vir a ter o clássico de Vasco e ....... fora do Rj. É sério isso mesmo? Depois de termos estádio ela quer que o Vasco nao mande os seus jogos em São Januário? kkkkkkk. Se isso realmente acontecer, o Vasco estaria sendo punido por ter estadio? Sinceramente nao to entendendo mais nada.

Pagamos nossos impostos em dia para que tenhamos segurança, o policiamento não pode se negar a combater a violência. Eu pago imposto e quero resultado, se nao, nao pagariamos impostos!

São Janúario vai sediar as Olímpiadas e não pode ter clássicos importantes? Pq o time do Santos que tem uma capacidade inferior a São Janúario suporta um Santos e Corinthians e São Januário nao pode? Quero explicações!!! Flamengo ta entrando com um processo para nao ter o devido jogo em São Janúario, pois sabe que o nosso rendimento é muito melhor do que no campo do Canil. O caldeirão vai ferver. Não aceitamos clássicos longe de São Januário com mando de campo nosso!!! Ja tivemos clássicos em São Januário quando o Maracanã estava em reforma, pq agora não poderá mais ter? Pq o Vasco ta brigando pelo título?

A CBF ja deu a entender que ta do lado do time do goleiro Bruno e da Eliza Samúdio (como sempre neh, pois o presidente da tal instituição é associado ao time vermelho e preto, ou seja, flamenguista no coração e no bolso),mas Vasco é isso, sempre lutou contra tudo e contra todos. Vamos lá Vascão para mais batalhas extra campo!!!

Um recado para a diretoria: EU (SÓCIO DO CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA) NÃO ACEITO QUE MEU CLUBE JOGUE FORA DE SÃO JANUARIO, POIS TEMOS CASA E É LA QUE TEMOS QUE JOGAR. Tem time que nem casa tem e ta querendo mandar mais uma vez na organização! Espero que a corrupção no futebol acabe, pois ja ta nojento isso!!!

A presidente do Flamengo já deu a entender que ta com medo de jogar com o Vascão em Sao Januário. Brigar por título assim é fácil, o dificil é ser Vasco!!! Será que a palavra que resume a presidente do time do goleiro Bruno é medo? rsrsrss!!! EVIDENTE NEH!!! Agora é esperar pra ver qual decisão forças superiores irão tomar!!! Enquanto isso, vamos rindo da cara dessa presidente kkkkk. Saudações Cruzmaltinas

Anônimo quarta-feira, 19 de outubro de 2011
E A ROUBALHEIRA VEM DESDE ANTIGAMENTE

FALTA EM CIMA DO ROBERTO DINAMITE E O WRIGHT NEM DEU AMARELO NUM LANCE QUE ERA PARA EXPULSAO DIRETO!!! 1981


O QUE? A BOLA SAIU NA LINHA DE FUNDO? KKKKKKKKKKK É BRINCADEIRA KKKKKKKK


ANDRADE OU WILLIAN? KKKKKKKKK OS JOGADORES DO FLAMENGO ESTAO QUERENDO IR PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA DE VÔLEI


WRIGHT DE NOVO? KKKKKKKKKK PRECISA DISSO FLAMENGO? AHH PRECISA SIM, POIS SE NAO VOCES NAO CONSEGUEM NADA!!!


KKKKKKKKKKK JA TINHA ACABADO? KKKKKKKKKKKKKK QUE ABSURDO MEU DEUS!!!


KKKKKKKKKKKKKKKK FELIPE PARADO? NADA PROFISSIONAL!!! INADMISSIVEL!!!


"NAO CHUTA MAIS NO GOL"

Isso é apenas uma pequena amostra do toda a imundície que impera no nosso futebol, sempre beneficiando os poderosos, com a forte influência de um nefasto canal de televisão. Alguem ainda tem alguma duvida com relação aos títulos do Flamengo? Acho que contra fatos nao existem argumentos!! Saudaçoes Cruzmaltinas




Anônimo sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Mais uma do Eurico Miranda


O Dinamite questionou o Indio no programa mesa redonda da cnt esse ano,o por que de em decisões por penaltis o lado escolhido ser sempre em direção da torcida do fla e ele na maior cara de pau falou que era por critério e se enrolou todo
e não explicou que critério era esse?

-Mas todos sabemos qual é o critério!
-Beneficiar o urubu sempre!!! Lámentável

Aí fica fácil né,juizes roubando a favor deles,comentaristas sempre a favor dos molambos
e tv sempre passando jogos deles.

Vamos protestar!!! e depois ainda tiram sarro com o Vasco que quase não ganha clássicos!!! Podem ficar com carioquinhas, queremos é Libertadores!!!

Anônimo
VERGONHA!!!
Estava na cara neh? Só assim os flamenguistas conseguem algo!!! Comemorem Flamenguistas, só assim vocês ficam no topo!!! Vergonha Nacional!!! Tô com nojo da FERJ e do Time do Goleiro Bruno!!!



" SE PEGA O FLAMENGO, VAI PERDER"

LAMENTÁVEL!!! O QUE ME DEIXA FELIZ É QUE OS FLAMENGUISTAS TODO ANO SÓ COMEMORAM CARIOQUINHA KKKKKKK... SAUDAÇOES CRUZMALTINAS







Com os vídeos em cima nao precisa dizer nada neh? LAMENTÁVEL!!!

É por essas e outras coisas que o futebol do Rio de Janeiro perdeu a credibilidade!!!

Ganha título assim é fácil, o dificil é ganhar como o Gigante da Colina ganhou a Copa do Brasil!!! Saudaçoes cruzmaltinas


Anônimo
CAMPEAO, VENCEDOR!!!


ESTAMOS COM VOCÊ COMANDANTE!!! VAMOS LÁ, FORÇA!!!

Anônimo segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Força Comandante!!!

Venho por meio desta prestar solidariedade ao melhor tecnico do Brasil, o nosso comandante Ricardo Gomes, que passou mal na beira do gramado e teve um AVC!!! Poderia muito bem falar sobre o jogão com a Mulambada, mas a saúde do nosso comandante é muito mais importante nesse momento!!!
Um cara de caráter ímpar, um homem de grande credibilidade e acima de tudo uma grande pessoa!!! Que Deus possa vir abençoar esse grande homem e fazer assim com que ele se recupere da melhor maneira possivel e volte logo para fazer o Vascão mais vencedor que ja é!!! Fica aqui minha singela homenagem e procupaçao com o nosso querido comandante!!! Força Ricardo Gomes, a família Vascaina está com vc!!! Saudaçoes Cruzmaltinas

Anônimo domingo, 28 de agosto de 2011
113 ANOS DE ORGULHO CRUZMALTINO

Dia 21/08… Para muitos: uma data, para outros: um dia comum, para alguns: dia de começar, pe imaginar: como serão os próximos anos? Nestes 113 anos, encontramos crianças que viraram homens, homens que viraram guerreiros e velhos que viraram história. É assim a nossa vida. Vascaínos que excedem o torcer, o amar, o gritar, o se entregar. Teve choro de dor. E teve choro – compulsara outros: data para parar. Para nós Vascaínos, uma data para lembrar, relembrar ivo, de alegria. Tentaram nos calar… mas nós gritamos: É CAMPÊAO!!!! Tentaram nos roubar… mas nós LUTAMOS. Tentaram nos impedir de fazer e escrever a história… mas nós DEIXAMOS O LEGADO. O que é isso chamado VASCO???? ISSO É A MINHA VIDA, O MEU AMOR, O MEU AMIGO. Por ti sofri, sorri, chorei, cantei… aprendi a falar mamãe, papai e VASCO!!! Minha história se funde com a tua. Momentos bons, momentos ruins. Mas com uma certeza: VASCO… SEMPRE HEI DE ENTOAR EM MEU PEITO O AMOR ETERNO POR TI!!!!

PARABÉNS GIGANTAO DA COLINA... E OBRIGADO POR EXISTIR!!! SUA IMENSA TORCIDA É BEM FELIZ!!!

Anônimo domingo, 21 de agosto de 2011
Bernardo, o coração de leão

Foi uma tarde em que a poesia venceu a obviedade!

Futebol sobrevive - e ganha sobrevida - com atos heróicos, gestos simbólicos, lances emblemáticos como esse, de hoje,no golaço de Bernardo. Para não analisar o jogo - tarefa que dedicaria aos fisiologistas da análise tática - prefiro, por opção, registrar a imagem imorredoura do atleta correndo ensandecido, socando a cruz-de-malta no peito para melhor ajustá-la ao coração, gritando alucinado para uma torcida que o tem por xodó.

Hoje, o garoto Bernardo, discípulo confesso a adestrado pelo Rei Juninho, fez jus à majestade do dono da corte e cobrou, com exímia perfeição, a falta que definiu o placar, que determinou a vitória, que garantiu um domingo feliz a pais e filhos vascaínos.

O que nos alegra em ver o menino Bernardo correndo, desconcertado, após marcar um gol como esse, é lembrar que ainda existem - contra os cartesianos que só apostam na métrica quântica do futebol enjaulado em rascunhos táticos - meninos de chão de barro socado que sentem alegria em correr e gritar, estufar o peito com a camisa no corpo, comemorar, alegres ou envaidecidos, a singeleza do que há de mais artístico no futebol.

O jogo caminhava para uma partida de difícil prognóstico, porque o Palmeiras tinha mais domínio de bola no primeiro tempo e era muito, muito forte na marcação. Afunilado pelo meio, com um Juninho perigosíssimo nas bolas paradas mas um pouco fora de tempo nos passes, a defesa do Vasco tirava bem os ataques adversários e não havia uma ameaça real a ambos os lados do campo. Não dava para palpitar sobre um favorito no jogo. Curiosamente o segundo tempo começou a esquentar após algumas disputas ríspidas com Fagner e o zagueiro Luan. Os ânimos se exaltaram e todo mundo começou a "mostrar serviço".

Dois lances foram fundamentais, a meu ver, para atear fogo à partida: a jogada extraordinária do selecionável Rômulo, que quase redundou em um gol de placa, e um chute de Bernardo que, após uma bola na trave, passou a acreditar que podia decidir o jogo.

E acabou decidindo.

O Vasco já dominava as ações ofensivas e acuava o Palmeiras em campo quando, numa cobrança de falta com a placidez e a concentração de um monge budista, Bernardo encontrou caprichosamente o fundo das redes adversárias.

A partir daí, rompeu pelos gramados com o mesmo torpor com que incendiou toda a platéia do belo estádio da Colina Histórica.

É um Vasco que não se entrega, um time que renova esperanças da torcida, que tem classe para decidir uma partida difícil em jogadas de efeito vindas de pés cheios de categoria.

E de paixão.

Ao correr para a torcida como um menino ensandecido a comemorar seu feito, ao escolher a torcida como prêmio, como alento e como brinde para sua atuação decisiva, Bernardo simplesmente fez aquilo que deve fazer aquele que vê arte no futebol.

Se amanhã ou depois de amanhã, na quarta-feira ou na semana que vem, no mês que vem ou na primeira partida da Libertadores em 2012 Bernardo não for tão brilhante quanto foi hoje, isso jamais o isentará dos méritos e dos louros que ele teve hoje.

A posteridade é a posteridade!

Hoje, mais relevante do que fazer um belo gol foi ver o menino Bernardo correndo para os afagos da torcida. Porque o xodó de São Januário sabe que, como Juninho, morar no peito da torcida vascaína pode ser uma dádiva para toda vida.

A grande saída para o determinismo do futebol cartesiano ainda reside no lirismo e na paixão.

Foi lindo ver o Vasco ganhando com o autor do gol batendo no peito, ato que duplica o feito de Juninho no gol monumental que o eternizou.

Não é comparação. Cada cabeça, uma sentença! É que Bernardo, hoje, mostrou que tem coração vascaíno.

Bernardo: cruz de malta no peito e coração de leão!

Anônimo domingo, 14 de agosto de 2011
Boa vantagem

O imaginado equilíbrio entre Vasco e Palmeiras no jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana durou 42 minutos. Depois de quase um primeiro tempo inteiro em que os ataques de ambos os times tiveram a colaboração das defesas adversárias – o que tornou o jogo movimentado e parelho – uma bola vinda de um escanteio encontrou Diego Souza e foi para as redes. Depois do primeiro gol, marcado no finzinho da primeira etapa, o Vasco não teve mais muitos problemas para bater o Verdão por 2 a 0 e deixar bem encaminhada sua classificação.

O discurso padrão de todo treinador que participa da competição é que sabe da importância da Sul-Americana e que levará a sério a disputa. Não foi o que pareceu pelo primeiro tempo de Vasco e Palmeiras. Os dois times jogaram de forma aberta e fizeram uma partida bem movimentada, diferente dos jogos do Brasileirão onde a precaução é a tônica. Não que fosse um jogo fantástico: as chances apareciam muito mais por vacilos da defesa que pelas jogadas diferenciadas. Os ataques se esforçavam e até deram trabalho para Fernando Prass e Marcos, mas não conseguiam abrir o placar. No Vasco, Bernardo parecia disperso e os destaques eram Diego Souza e Elton, que se não eram decisivos, pelo menos lutavam.

Antes do intervalo o acaso resolveu premiar quem parecia mais ligado na partida. No seu único lance relevante no jogo, Bernardo cobra o escanteio, a bola resvala em Renato Silva e explode no peito do camisa 10, indo para o gol longe do alcance do Marcos. Fomos para o intervalo com a vantagem de 1 a 0 no placar, o que deve ter motivado o curioso episódio: Felipão não desceu ao vestiário com sua equipe, aparentemente deixando as instruções aos jogadores a cargo do seu auxiliar.

A ausência do seu treinador parece ter prejudicado o Palmeiras, que voltou e não conseguiu manter o equilíbrio da partida. O Vasco passou a ter mais posse de bola e jogava com tranquilidade. Ricardo Gomes, numa atitude não muito ao seu feitio, colocou o Vasco mais à frente, tirando o Jumar – que errou dois passes perigosos em sequência – e colocando o Felipe. Diferente do jogo contra o Botafogo, o time com Juninho e o Maestro melhorou, acertando mais passes. Outra substituição foi a troca do apagado Bernardo pelo Leandro, que aumentou a velocidade do time. Felipão também fez suas substituições e o Palmeiras passou a levar mais perigo com o atacante Dinei, que entrou no lugar do Maikon Leite. O reserva teve duas oportunidades para empatar, uma defendida pelo Prass e outra que chegou a entrar, mas com o jogador em posição de impedimento. De resto, mesmo tendo um volume maior de jogo, o Verdão não conseguia acertar o último passe.

O Vasco acabou com as esperanças do Palmeiras aos 34 minutos, depois de Leandro acreditar em uma bola praticamente perdida, centrar para a área e Elton marcar de cabeça. Ricardo Gomes já havia promovido a estreia do Vitor Ramos – que entrou no lugar do Diego Souza – para reforçar a defesa e nosso adversário não conseguiu mais nos ameaçar.

Com dois de vantagem e sem sofrer gols em casa, o Vasco conseguiu uma boa vantagem para o jogo de volta, dia 25. É claro que nada está decidido, mas se mantivermos o nível de atuação que temos tido jogando fora de São Januário, podemos dizer que grande parte do trabalho foi feito hoje. O duelo que tinha tudo para ser o mais complicado da fase nacional da Sul-Americana acabou sendo o jogo que terminou com o placar mais dilatado. Agora é pensar na partida contra o mesmo Palmeiras, novamente na Colina, mas agora pelo Brasileiro. É manter a pegada, agora com o time considerado titular , e iniciar uma nova sequência de vitórias.

Anônimo sábado, 13 de agosto de 2011
SAO JANUARIO TEM QUE VOLTAR A SER CALDEIRAO!!!

Olá a todos!

Belíssima vitória ontem do Vasco sobre o São Paulo, no Morumbi, onde não ganhávamos desde 2002. Este Vasco que deixou de conseguir sua quarta vitória consecutiva na última quinta feira contra o Bahia, mas que chega a cinco jogos de invencibilidade.

No ano passado ficamos, se eu não me engano, nove jogos invictos. Mas foram uns oito empates. Neste ano estamos há cinco, com quatro vitórias. E isso porque o time é covardão, mas deixa este papo para lá...

Contra o São Paulo foi um jogo típico para analisarmos o porquê de jogarmos bem fora de casa. O time sabe da boa defesa que tem e por isso sempre começa os jogos na expectativa de segurar aquela pressão do adversário, habitual de quem joga em casa. Cozinha o jogo, espera o tempo passar, enerva o adversário e o chama para o seu campo.

Depois, seja no final do primeiro tempo, seja no segundo, começa a atacar. A medida em que o time adversário vai saindo mais, o Vasco ataca mais. As vezes, como ontem, demora a acertar o contra ataque. Mas quando acerta é fatal.

Todo o time do Vasco sabe se colocar em campo. Todo. É impressionante como cada jogador sabe sua função no esquema para lá de definido do nosso treinador. É claro que o time ainda oscila. É claro que não temos aquele atacante que a torcida do Vasco tanto se acostumou a ver lá na frente. Mas cada jogador é peça de uma engrenagem que, goste você ou não dela, é bem definida.

O problema é que não jogamos assim em São Januário. Logo na nossa casa. Porquê?

De todas as inúmeras teorias que eu já ouvi, uma me parece mais razoável justamente porque junta duas teorias complementares.

Este time do Vasco é mortal no contra ataque. Times têm características, não adianta ficar dizendo que não pode ser assim porque tem que ser assado. O time é de toque de bola, de cadência e de enfiadas para nosso atacante mais veloz. É um time pesado com uma jogada veloz pelo lado direito, porque Fágner também é rápido.
Em São Januário o time adversário sempre sai menos para o jogo, e isso atrapalha um pouco nossa estratégia habitual. Soma-se a isso a impaciência já conhecida da nossa torcida. É impressionante como as vezes conseguimos tirar um jogador do jogo (exceção à última quinta feira, quando a torcida foi perfeita).

Me respondam: adianta vaiar um jogador fraco como Marcio Careca desde o início do jogo? Vocês acham que ele vai melhorar se o vaiarmos? Vocês acham que temos mais chances de fazer os gols se o vaiarmos? É claro que não! Muitas vezes tiramos um jogador do jogo com isso. Outras tiramos o time todo.

O que proponho é um pacto para fazermos, juntos, São Januário de novo o nosso diferencial. A torcida tem que entender que antes de jogar bonito, temos que GANHAR sempre em nossa casa. No dia em que estiver ruim, ganhamos de um a zero com gol de mão impedido aos 49minutos. Ponto final!

O que peço é que a torcida incentive o tempo todo. Se o Marcio Careca (ou qualquer outro, ele é só um exemplo) errar, apoiamos para ele acertar na próxima. Se o time tomar um gol, gritamos mais alto. Um time apoiado e fechado com a sua torcida vai correr mais por ela, podem acreditar.

Tem que haver também contra partida, claro. Os jogadores, e também a comissão técnica, têm que entender que jogar em São Januário é sagrado para nós, torcedores. Os caras têm que entrar comendo grama, cada jogo tem que ser uma celebração, disputado como se fosse o último.

E porque digo isso? Porque Diego Souza, que eu defendo sempre, não pode entrar para jogar em casa como entrou contra o Bahia, sonolento e desfocado. Tem que entrar como jogou ontem, apelando para a raça quando a técnica não funciona, respeitando o mínimo que exigimos ali: muita, muita disposição para nos dar a vitória.

É o pacto que proponho: a gente dá o voto de confiança, eles retribuem. E nós voltamos a fazer de São Januário o caldeirão que nos orgulha tanto.

Topam?

Anônimo segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A IMAGEM DIZ TUDO




OBRIGADO BRAHMA... A MELHOR CERVEJA DE TODAS!!! SAUDAÇOES CRUZMALTINAS

Anônimo domingo, 31 de julho de 2011
Para os flamenguistas de plantaoo
KKKKKKKKKKKKKKKK ASSISTAM O VÍDEO E VEJAM VOCES MESMO KKKKKKKKKKKKKKKKK,



DEPOIS DESSA NAO ADIANTA FALAR MAIS NADA.... FLAMENGO COMEMORANDO UMA VITÓRIA CONTRA O SANTOS E O VASCO COMEMORANDO E BRINCANDOO NO BRASILEIRO A CONQUISTA DA COPA DO BRASIL 2011 E A PASSAGEM PARA A LIBERTADORES 2012... CHUPA MULAMBADA

Anônimo quarta-feira, 27 de julho de 2011
Um jogo, três personagem

O jogo do Vasco deste domingo serviu para mostrar que algumas verdades são incontestes. A primeira delas é que não temos um bom lateral esquerdo. A segunda é que Diego Souza ainda pisca sem acender. A terceira é que Bernardo se apagou. A quarta - e mais importante - é que, ainda assim e apesar disso tudo, o Vasco é capaz de vencer um adversário de peso, (fora de casa, sem Juninho e sem Felipe) com roubada de bola e passe magistral de Márcio Careca, com Bernardo sofrendo pênalti em grande jogada e Diego Souza marcando com categoria os dois gols do jogo.

É o imponderável do futebol. Quem ler essa história daqui a 100 anos jamais saberá, por exemplo, que o estreante Julinho fez belíssima partida, numa estreia onde ensinou aos outros laterais como cruzar uma bola com decência.

Que o Vasco, com autoridade e personalidade, jogou num campo de várzea, contra um juiz mais confuso que cantor pop embriagado (Deus a tenha em bom lugar, Lady Winehouse!) e um adversário em luta pra se reabilitar.

Apesar de ter cedido campo para o adversário após o gol, o Vasco em momento algum perdeu as ações do jogo. Voltou melhor no segundo tempo, bombardeou três vezes a trave adversária, perdeu um penalti com Alecssandro (que continua confundindo a torcida com suas atuações)...mas convenceu.

Ao final - e isso, agora, é o que mais importa - o Vasco convence.

Ao lerem sobre esse jogo, não saberão que seus três personagens foram tão produtivos quanto controversos. Lógicas ilógicas do futebol!

Não é o caso de já se torpedear esse time por achá-lo insuficiente para a Libertadores 2012. É preciso senti-lo nesta temporada 2011 para, de forma gradual, não precipitada, reforçar o que for preciso. Mais que com nomes, com estrutura e plano de trabalho. Porque cansamos de ver "times de papel ", cheios de estrelas, sem ganhar nada.

Valeu e muito essa terceira vitória vascaína no campeonato.

Ainda por cima com uma bela jogada... de Márcio Careca! Um time capaz disso, se pensarmos direitinho, é capaz de tudo!

Caldeirão lotado na próxima quinta-feira, guerreiros vascaínos!!!

Anônimo domingo, 24 de julho de 2011
OOOO O REIZINHO VOLTOU...

26 de agosto de 1995 é uma data importante na história recente do Vasco da Gama. Não ganhamos qualquer título, mas foi o dia que marcou a estreia de Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior, mais conhecido como Juninho (ainda sem o Pernambucano, que só surgiu quando ele jogou junto com outro Juninho, o Paulista, em 2000).

Era a primeira rodada do Brasileiro e Juninho tinha acabado de chegar ao clube, vindo como contrapeso na contratação do atacante Leonardo, ambos ex-jogadores do Sport Recife. E o jogo acabou sendo um cartão de visitas do que faria na sua passagem de cinco anos no clube. Juninho não foi a estrela da partida: seu conterrâneo acabou marcando dois gols e Valdir Bigode outros dois (o último, uma pintura). Mas seu gol, o quarto da partida vencida – como não poderia deixar de ser – de virada, já mostrava a qualidade com que o então jovem com 20 anos batia na bola.

O Brasileiro de 95 acabou sendo um dos piores na história do Vasco. Com um elenco formado em sua maioria por jogadores que não deixaram saudades na torcida, terminamos na 20ª posição. Leonardo, o promissor atacante, foi dispensado; Juninho, o contrapeso, continuou no time.

E ele continuou para fazer parte da base que viria a ser a geração mais vencedora do Vasco e do futebol carioca nas últimas décadas. Juninho, junto com Edmundo, Mauro Galvão, Ramon, Felipe, Pedrinho, Evair, Carlos Germano e outros ganharam o Brasileiro de 1997 e iniciaram a série de seis títulos em quatro anos. Os elencos foram vários, mas Juninho sempre foi um dos seus protagonistas. Gols não foram tantos, mas muitos foram belos e alguns muito importantes, principalmente o gol sobre o River Plate, que nos garantiu na final da Libertadores em 98 (eternizado pelas arquibancadas no canto da torcida).

Apesar de tudo que fez pelo clube, a saída do Juninho do Vasco não foi agradável. A contrariedade do jogador é compreensível. Entre outras coisas, em 2000, seu último ano no clube, Juninho tinha um salário menos da metade menor que o Viola, reserva do ataque. Um momento claro da tristeza do jogador é sua comemoração no gol que marcou na final da Copa João Havelange: discreto, ele apenas beija a armadura que usou por seis anos e abraça seus companheiros. Insatisfeito com a diretoria, o jogador acabou saindo em litígio com o clube e, é bem verdade, de forma não muito correta.

Depois de 10 anos no exterior, sempre jogando em alto nível, conquistando muitos títulos e fazendo história nos clubes por onde passou, Juninho anuncia agora sua volta ao Vasco, o clube que o revelou para o mundo. E mais uma vez mostrando seu caráter, volta sem projetos de marketing e sem salários astronômicos: como sempre declarou, não queria voltar e jogar pela sua história. Juninho sugeriu receber um simbólico salário mínimo para atuar pelo Gigante e só receberá prêmios se o Vasco for campeão da Sul-Americana ou conseguir a vaga para a Libertadores (já não vai precisar mais ir para Libertadores pois ja estamos lá).

Por tudo o que representa para a história do Vasco, pelo respeito que sempre demonstrou ao clube e à sua torcida e também pelo que ainda pode fazer para ajudar o time no campo, a volta do Juninho é sim um grande presente a todos os vascaínos. Ele retorna agora, em um momento que voltamos à nossa tradição de conquistas. E podemos ter certeza que o Reizinho da Colina ainda vai escrever muitas páginas vitoriosas na sua história dentro do Vasco.

Por que deixei para fazer essa postagem somente hoje se Juninho ja oficializou sua vinda? Porque como diz o título, ele é rei e merece uma postagem somente para ele. Boa Sorte Juninho, esses sao os desejos da sua imensa torcida bem feliz!!! Saudações Cruzmaltinas.

Anônimo terça-feira, 14 de junho de 2011
O Vasco é Vasco!!!

Foi uma vitória maiúscula, daquelas que arrepiam até os não-torcedores. Uma vitória suada, sofrida, disfarçada de derrota. Uma vitória em forma de via-crúcis, que fez um um grito nacional deixar milhões de engasgadas gargantas. A palavra vice sendo enviada para o nunca, na carona de um palavrão, ecoou Brasil afora. O Vasco voltava a ser Vasco, depois de tanto sofrimento, depois de tanto quase.

Em tempo de bondes e trens-bala, pouca gente lembrou da metáfora ferroviária original. Do tempo de um outro Vasco, o Vasco de Ademir, o Vasco melhor time da América, base da seleção de 50. O Expresso da Vitória hoje é um retrato na parede – esquecido moralmente durante anos pelo próprio Vasco, nos quase 20 anos em que cuspiu em sua própria imagem.

Os anos euricos transformaram o Vasco em vilão nacional, num poço de antipatia. Mesmo as vitórias traziam a nódoa da desconfiança, da arrogância, dos acordos surdos e insondáveis. Foi naquele vasco, minúsculo, que um ídolo foi sangrado e outro foi expulso da tribuna. Foi naquele vasco, ironicamente, que a palavra vice foi tatuada – em derrotas inesperadas e aparentemente cármicas. Foi aquele vasco, embora já de pele e direções novas, que foi rebaixado, espancado e humilhado.

Algo mudou em São Januário. O vasco-joão-bafo-de-onça saiu de cena, voltou o mestiço simpático que lutou contra o preconceito, que encarou a humilhação de frente; o vasco popular, de lapis atrás da orelha, mordendo a coxinha no boteco ou na padaria. O Vasco sempre foi o mais povão dos times cariocas, o menos elitizado, o mais barriga na bancada, palito na dentadura. E sempre foi assim com orgulho, cuspindo farofa e sorrindo, sem medo de suas origens.

Três imagens da decisão em Curitiba grudaram na retina. A primeira, observada pelo repórter Eric Faria, no fim do segundo tempo. No banco de reservas, Diego Souza e Felipe não conseguiam sequer ver o jogo. Diego sentado, de costas para o campo. Felipe, como um esquimó súbito, afundado em seu capuz. Um rezava e sofria, o outro sofria e rezava – mãos nos rostos, como se ecoassem baixinho o sentimento de cada vascaíno – “acaba, jogo, por favor”.

O Vasco estava tão perto… e tão longe. Os minutos passavam, as bolas do Coritiba passeavam perigosamente perto da área. Cada cruzamento era um parto e uma dor. O desespero era palpável – dos dois lados. O Coxa, perto de uma altura inédita. O Vasco, perto da redenção necessária – da expulsão do estigma da derrota última. Felipe e Diego oravam como milhões de vascaínos pelo Brasil – enviando cada bola para a distância.

A segunda imagem veio após o jogo. No campo já deserto, o melhor jogador da partida, Éder Luís, deu uma entrevista solitário. De touquinha, sorrindo com os dentes separadíssimos, segurando o troféu nos ombros. Tudo na cena parecia estar no diminutivo. O rapidinho Éder com aquele trofeuzinho indo pra casinha –o mineirinho por definição – a humildade em pessoa. Era muito Vasco – a digestão pelas beiradas, o time da virada num ano que começou catastrófico, com derrotas humilhantes e pênaltis enviados em missão lunar.

O Vasco mineirinho, o Vasco mestiço, o Vasco que misturou casagrande & senzala desde o início de seu futebol. O Vasco que é zona norte e zona sul – o Vasco Marcos Palmeira e Camila Pitanga, Vasco Fernanda Abreu e Paulinho da Viola, Vasco Unidos da Tijuca e Bruno Mazzeo . O Vasco que teve um presidente mulato 100 anos antes de Obama. A cruz-patéa, que os anos cuidaram de transformar em cruz-de-malta no imaginário popular – voltou a bater no peito.

A terceira e última imagem foi do goleiro Fernando Prass. Depois de correr, berrar, gritar, ser atingido por uma pilha e comemorar, Prass encostou numa amurada… e chorou. Chorou, ainda de luvas, as lágrimas de alívio eufórico que o Vasco há tanto buscava.

Foi bonito, foi sofrido, foi até o ultimo minuto. Houve quem dissesse que jogo não foi bom – e tecnicamente não foi. Mas e daí? Foi daqueles jogos que fazem o suor saltar dos poros. Se você diz gostar de futebol e achou chato o épico do Couto… de repente vale a pena experimentar bocha. A nau voltou, amigos – e isso, gozações torcedoras à parte, enriquece o futebol do Rio – e o futebol brasileiro. O Vasco sempre foi vanguarda – não tinha direito de se transformar em atraso. Hoje é aquele dia em que todo palavrão que ecoa é justo, é puro, é até bonito.

Anônimo quinta-feira, 9 de junho de 2011
O campeão voltou....

remei, terra! Tremei, solo! Varrei os mares, tufão de paixão!

Extasiados pela conquista, rejubilados pela euforia... VASCO! VASCO! VASCO!

Eleva-te, pensamento distante, sonho concebido... deixai arder dentro do peito, escondido por esta cruz-de-malta que venceu o mal e o preconceito doentio, a chama desse amor incandescente que explode na alma da gente e nos leva, alucinados, a gritar... VASCO! VASCO! VASCO!

Vinde vós, Campeão Gigante, Porta-Voz desta nação amante

Tremulai vossa bandeira, balançai a terra inteira... VASCO! VASCO! VASCO!

Almirante vencedor, impoluto e incomparável, navegando novamente pelos mares da vitória, conquistando continentes, desbravando tempestades... “taça à vista”! Eis a conquista! VASCO! VASCO! VASCO!

Derrubai fronteiras, destroçai cadeias e correntes, despedaçai jugos... rompei pórticos e anunciai aos quatro ventos, para que se espalhem aos confins do universo, que TU ÉS O VASCO, o Campeão das Américas, o Campeão do Brasil, o vultoso Campeão!

VASCO! VASCO! VASCO!

Se um dia para Deus é como mil anos, que são para ti, Grandioso, meros oito anos sem esse grito arrojado, sem esse peito estufado, sem essa taça erguida no suor e no brado dos teus 11 guerreiros do campo?

És grande, meu Vasco... és Gigante, Vasco meu! Maior que tuas taças e títulos tu és!

És Gigante da Colina... da história... da paixão! Tens um nome e um sobrenome, tens ascendência e descendência, tens a sina da vitória... VASCO! VASCO! VASCO!

Vem agora, Vasco da Gama! Vem agora e arrebata... vem agora e abraça teu povo... tua multidão de negros, brancos, pobres, mulatos, ricos, portugueses, brasileiros, homens, mulheres, crianças, favelados, bem nascidos... pois vem! Encanta e se encanta com a tua imensa torcida bem feliz!

Rompe os portões, abre as saídas da Colina Histórica, sai pras ruas e vem ver os olhos vertendo lágrimas de paixão, vem ver as camisas cobrindo os corações amantes com teu manto!

Vem pra rua ver teus filhos abraçados, emocionados, chorando e sorrindo, loucos alucinados no asfalto, bêbados e equilibristas, como Carlitos em preto-e-branco com lágrimas de pierrô apaixonado chorando de alegria no carnaval de um time campeão!

Vem, meu Vasco... nosso Vasco de conquistas eternas e históricas! Vem e sacia nossa sede de justiça pelos gols perdidos, pelas ironias, pelas bazófias, pelas dissidências sórdidas, pelo oportunismo fajuto, pela ambição que almeja sujar teu nome... vem, Nosso Vasco!, e engrandece teu nome no Panteão dos Vencedores!

Arrasta teu manto sagrado pelas ruas da cidade, Glorioso Gigante da Colina! Acompanha teu povo emocionado, que aos gritos de “é campeão” reconhecem tua história, teus feitos, tua fortuna!

Cala de vez os detratores, os debochados, os caluniadores, os roedores da tua história... faz brilhar tua cruz cristã contra os demônios de dentro e de fora que se levantam contra ti, legítimo time da fé em Deus, da salvação dos homens, da igualdade e da libertação!

Vem, ò Vasco, e descansa no peito dos que te amam, repousa como Campeão do Brasil nas mentes e na emoção dos teus filhos marcados por essa cruz! Espelha-te nos rostos que, cobertos de lágrimas, levantam tua bandeira... defendem tuas cores... gritam apaixonados porque tu, Vasco da Gama, és novamente o Grande Campeão!

E que essa força, essa garra, essa luz que há em ti nos ilumine e nos conduza aos mesmos caminhos de glória pelos campos da vida, inspirados pela mesma fé no Salvador que também inspira a insígnia viva em teu peito... em nosso peito...tu e cada um de nós: uma só fé, um só ímpeto de amor e de vitória!

Tremei, terra! Tremei, solo! Varrei os mares, tufão de paixão!

Eis que ele, o VASCO DA GAMA, Gigante da Colina, Campeão do Centenário, Tricampeão das Américas, Pentacampeão do Brasil... ergue a taça... vence a Copa... enxuga de nossos rostos as lágrimas que ele mesmo fez brotar!

Lavamos nossa alma, nosso coração e nossas vidas na paixão dessas lágrimas, na força dessa conquista...

Tremei, terra! Tremei, solo! Varrei os mares, tufão de paixão!

TREMEI, SOLO DAS AMÉRICAS!

VASCO! VASCO! VASCO!

O campeão voltou...

Anônimo
O vasco voltando a ser Vasco!!!

E a mística reacende!

As camisas saem às ruas, a cruz-de-malta ressurge, o escudo reluz, o grito explode no ar. O Vasco volta a ser Vasco, a jogar ofensivo, a mostrar heróis, a incendiar sua apaixonada torcida.

O Vasco foi à Ressacada e deixou o time da casa de ressaca. Foi uma atuação esplendorosa, dominando técnica, tática e fisicamente o jogo do primeiro ao último minuto. Diego Souza foi o nome do jogo. Exuberante tecnicamente, fez de tudo: gol, passes, movimentação, jogadas de feito, showzinho particular. Não houve destaque negativo. O Vasco jogou com a grandeza de ser Vasco, com a autoridade de Almirante, com o poder de time tricampeão sulamericano e tetracampeão brasileiro. Impôs-se em campo e triunfou majestosamente, inquestionavelmente, arrebatadoramente.

Foi mais Vasco do que nunca. Foi Supervasco!

A partida de ontem, na Ressacada, serviu para reiterar um detalhe que já havia ficado claro na partida de São Januário. Nas trocas de passes ensaiadas dos jogadores, duas coisas sobressaíram: o padrão tático de Ricardo Gomes (um treinador com marca registrada) e a boa técnica do elenco vascaíno.

Não fosse Ricardo Gomes algo além de um motivador de elenco, o Vasco até poderia ter se classificado na raça e na força, mas não teria a qualidade de jogadas e trocas de passes, a movimentação inteligente que tem. E essa movimentação só é possível porque o time foi totalmente reestruturado com jogadores de técnica diferenciada. A bola passa de pé em pé com classe e elegância. Da defesa, Dedé e Anderson Martins sobram não só no vigor como também na visão de jogo. Não dão beiçadas nem fazem firulas torpes. Eficientes e elegantes ao mesmo tempo. As laterais têm um questionado Allan em evolução, com muita personalidade no papel improvisado de lateral, e Ramon, de técnica muito boa, apesar de algumas precipitações. Deu pra sentir que, após sua saída, perdemos em qualidade técnica, o que reitera a sua qualidade. Fernando Prass esteve perfeito nas saídas de gol como nunca antes. No meio, os volantes de contenção “continham” e saíam com perfeição para o jogo. Eduardo Costa é um gigante! Felipe sempre estupendo nas enfiadas de bola: ele engana até a gente! Quantas vezes você achou que ele ia lançar um e ele, de súbito, lançou outro? Pois é. Éder Luiz foi um monstro no primeiro tempo: rabiscou a defesa como faziam os pontas de antigamente, num show nostálgico de futebol ofensivo de primeiríssima categoria. Alecssandro continua insano, dando passes e chutes que só ele entende, mas mesmo assim foi perigosíssimo e sustentou o pique vascaíno. Ainda teve um gol mal anulado ao final do jogo.

Mas a atuação de gala, o show, a exuberância técnica e o espetáculo da noite vieram dos pés mágicos e das longas pernas de Diego Souza. Suas palavras na virada do jogo foram fundamentais: é em jogos decisivos que os maiores jogadores brilham, despertam, se revelam. No show da Ressacada, Diego fez de tudo... tudo mesmo que se espera de um craque de verdade. Força, velocidade, concentração, arrancadas, dribles, passes, lençol, chapéu, lançamentos, combate... e um golaço! Golaço mesmo, com toque de classe encobrindo o goleiro caído.

Diego reacendeu a chama e deixou claro que o Vasco, hoje, tem um homem de frente para encarar a peleja. Onde havia desconfiança, Diego escreveu a palavra “talento”. E conquistou a fé do torcedor!
Mas não é um só.

O elenco está fechado com Ricardo Gomes e faz mais, muito mais, do que exibir o “futebol de resultados” e valentia que muita gente apregoou. Fossem só o brio e a valentia os triunfos do Vasco e não teríamos a superioridade técnica que tivemos contra o Avaí. Que também é valente, mas pobre de técnica. Enquanto o time de Silas jogava em casa com três zagueiros e três volantes, marcando a si próprio, o Vasco atrevido lançava-se com petulância ao ataque, sem expor sua defesa e sem abrir as pernas para o adversário. O equilíbrio harmônico de uma equipe bem treinada por esse sujeito inteligente que é Ricardo Gomes definiu a classificação. Ricardo devolveu ao Vasco e ao futebol brasileiro o padrão técnico e o privilégio do futebol-arte aos gramados. O Vasco da Ressacada foi irretocável, esplendoroso! 2x0 foram muito baratos! Dezoito jogos invicto... uma façanha!

O Trem-Bala da Colina está vivo e atropelou mais um!

Agora terá pela frente uma equipe mais técnica e mais ofensiva do que o adversário da semifinal.

E por que é que o Vasco tem tão bom aproveitamento quando joga fora de casa? Porque tem base na defesa para suportar pressão adversária e porque tem força de criação para forjar contra-ataques mortais.

A boa notícia é que o Coritiba joga ofensivo e pra frente. Do jeito que o Vasco gosta para praticar também seu bonito futebol.

Estamos a apenas dois jogos da Liberdadores. Este ano, o atalho é nosso...

Chegamos à uma final depois de cinco anos e temos uma excelente chance de finalmente sair da fila. Mas é preciso continuar com a cabeça no lugar, trabalhar sério e deixar o oba-oba com a torcida. O Coritiba é time de tradição, não chegou por acaso à final e quer o título tanto quanto nós queremos. Ricardo Gomes e seus comandados só precisam manter o foco por mais duas quartas-feiras para entrarem definitivamente para a história gloriosa do Vasco.


Anônimo quinta-feira, 26 de maio de 2011
Para colocar os pingos nos is

Por que com o Caldeirão cheio o time do Vasco não consegue apresentar um futebol melhor? Ou melhor dizendo: Por que o time não consegue refletir em gols a superioridade técnica em campo? Ao ver o placar a impressão que se tem é que o Avaí “bateu de frente” com o time do Vasco. Mas não foi isso o que aconteceu. O time Cruzmaltino criou boas situações de gols, perdeu uma logo nos primeiros minutos do jogo, e ainda teve duas penalidades claras ao seu favor não marcadas pelo juiz e no final conseguiu o empate graças a uma tolice do zagueiro do time catarinense.

Se levarmos em conta as atuações do time fora de casa, veremos que a classificação é totalmente factível. E realmente na Copa do Brasil o time tem jogado melhor na casa do adversário do que na sua própria casa. E nessa mesma Copa do Brasil deixou bem encaminhado a classificação jogando nos domínios dos adversários. Mas que isso não traga acomodação do time, pois o jogo lá será difícil e o time do Avaí mesmo sem estrelas joga um futebol certinho e é perigoso nos contra-ataques.

Estamos confiantes na classificação. Digo isso baseado nas conversas que tive com muitos Vascaínos desde quinta-feira passada. Eu senti confiança em todos os Vascaínos com quem conversei e com quem troquei e-mails, e alguns disseram uma frase interessante: “O Vasco não é o Botafogo e muito menos o São Paulo!”. Simples assim. O atacante William ao final do jogo disse que lá, na Ressacada, eles iriam “ATROPELAR” o Vasco! Ele disse isso baseado nos jogos diante dos times que citei, ok! Mas ele não entendeu que o Vasco não passa pelos problemas técnicos do Botafogo, e nem tem os problemas de relacionamento que o São Paulo está tendo atualmente.

Mesmo no meio de uma campanha eleitoral por muitas vezes predatória, o time segue blindado e a equipe de futebol tem feito o possível para isolar o time desse ambiente conturbado de eleições. E na Ressacada o Vasco não precisa atropelar ninguém. Se o time jogar o que sabe e o que pode a classificação virá na certa. O time Cruzmaltino é melhor do que o time de Santa Catarina? É, disso não duvidamos. Mas acredito que só isso não basta. O time tem que refletir a qualidade que tem no campo. E eu creio que isso será possível. Simples assim.

Mas é claro que não podemos deixar passar as atuações não muito boas de alguns jogadores na partida de quarta-feira passada. O Alecssandro precisa se movimentar mais e a bola precisa chegar pra ele mais redonda. Eu creio que ele ainda pode fazer a diferença com toda a sua experiência, mas ele não pode sair de perto da área. O Diego Souza tem que jogar mais na organização do jogo se aproximando mais do ataque, mas sem esquecer-se de ajudar ao Felipe. O Éder Luiz... Bem... O Éder Luiz tem que treinar finalizações, ponto. Mas uma coisa ele tem de bom que está sendo pouco explorado: As jogadas de linha de fundo.

E o Fágner tem que voltar para a lateral direita. O Allan nos ajudou muito ali, mas já está na hora do titular da posição, o especialista, voltar para o seu devido lugar. E entre Márcio Careca e Ramon, eu ainda prefiro o segundo. Mas o Ramon precisa voltar a ser um bom marcador como antes. Eu me lembro em 2009 que ele ali na esquerda apoiava com eficiência e defendia com vibração. Ele precisa reencontrar a vibração de antes para render melhor, para o nosso bem e para o bem dele mesmo.

E sinceramente prefiro que a cabeça de área seja formada por Eduardo Costa e Fellipe Bastos. Não sei se o Rômulo entrando nesse jogo encardido vá conseguir frear as ações ofensivas dos jogadores do Avaí. E digo isso por causa da inatividade dele, e o jogo de amanhã será muito corrido, e ele vem de lesão, sei lá, eu temo por isso. O Eduardo Costa jogou bem no sábado, tem experiência e não é esse bonde todo que o Renato Mauricio Prado vem dizendo no Globo Esportivo. Aliás, o que esperar do Renato Mauricio Prado não é mesmo?!

Enfim, vamos jogar com um time que está se “achando” a Holanda de 1974. E tenho plena certeza que iremos colocar os pingos nos “is” amanhã, na Ressacada. E volto a dizer: Não somos Botafogo e muito menos o São Paulo.

Anônimo quarta-feira, 25 de maio de 2011
O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor....

Pensando na Copa do Brasil, o Vasco entrou em campo com alguns jogadores reservas e oriundos das categorias de base. Até por conta disso, o Ceará iniciou a partida pressionando numa cobrança de falta, bem defendida por Fernando Prass. A resposta cruzmaltina veio logo em seguida. Aos dez minutos, Marcio Careca avançou pelo lado esquerdo e encontrou Enrico livre na grande área. Na sequência, o apoiador bateu forte e assustou.

A esta altura, o Gigante da Colina já era melhor na partida. Bem postado em campo, a equipe cruzmaltina tocava bola no meio-campo enquanto esperava um vacilo da retaguarda adversária, que aconteceu aos 19 minutos. Após receber bola livre na intermediária, Bernardo não pensou duas vezes e mandou uma bomba. Atento, o goleiro do vozão se jogou e fez uma excelente defesa.

Aos poucos o Ceará foi crescendo na partida, mas tal melhora não se refletiu em chances de gol. Ao contrário do Vasco, que insistia em chutes de longa distância, o Vozão só levava perigo em bolas alçadas na área, cortadas na maioria das vezes pela defensiva cruzmaltina. Por falar no sistema defensivo do Gigante da Colina, ele sofreu uma baixa aos 30 minutos. Após cortar um lance de perigo do ataque cearense, o zagueiro Douglas sentiu e teve que ser substituído por Leandro Chaparro.

A modificação obrigou o volante de origem Eduardo Costa a ser recuado para a zaga, o que fez com o que o Vozão crescesse na partida. Na reta final da primeira etapa, Júnior e Sinho arriscaram de longe e obrigaram Fernando Prass a realizar duas grandes intervenções.

O Vasco voltou do intervalo com Ramon no lugar de Marcio Careca, mas foi o goleiro Fernando Prass o primeiro a se destacar. Logo aos três minutos, Sinho recebeu livre na pequena área e obrigou o goleiro cruzmaltino a fazer um milagre no Presidente Vargas. Thiago Humberto logo em seguida também tentou, mas não conseguiu balançar as redes.

A pressão cearense prosseguiu e aos 13 minutos Diego Macedo avançou pelo lado direito, bateu cruzado e a bola passou perto da meta vascaína. Percebendo a superioridade do adversário, o técnico Ricardo Gomes decidiu mexer na equipe pela última vez. Enrico deu lugar a Max, que entrou para fortalecer a marcação no meio-campo. Apesar disso nada mudou e o Ceará, após bela cobrança de escanteio de Thiago Humberto, abriu o placar com Cléber, aos 19 minutos: Ceará 1 x 0.

O gol obrigou a equipe vascaína a sair para o jogo e a mudança de postura por pouco não foi premiada, pois Max arriscou de longe e quase empatou a partida aos 23 minutos. Bernardo, aos 29, e Ramon, aos 30, também tentaram, mas não conseguiram superar o goleiro Adílson.

Mostrando persistência, o camisa 31 não desistiu e quatro mais tarde aproveitou belo passe de Elton e empatou a partida no Presidente Vargas: Vasco 1 x 1.

O gol não diminuiu o ímpeto cruzmaltino, que aproveitou a superioridade na partida para passar a frente no marcador. Após confusão na intermediária, a bola sobrou para Bernardo, que acertou um belo chute de primeira e marcou um golaço para o Gigante da Colina: Vasco 2 x 1. No fim da partida ainda deu tempo de Fagner fazer uma grande jogada, tocar para Chaparro e ver Jeferson acertar um belo chute após receber passe do argentino, ampliando o placar e garantindo a vitória cruzmaltina na estreia do Brasileiro: Vasco 3 x 1.

O vasco começou bem o Brasileirão, se continuar com a mesma pegada, tenho certeza que podemos abocanhar uma das vagas para a libertadores do próximo ano!!! Mas acho que esse nem será o nosso objetivo, ja que essa vaga será conquistada através da Copa do Brasil mesmo!

Anônimo sábado, 21 de maio de 2011